segunda-feira, 31 de janeiro de 2011


Quem nunca teve uma BEST FRIEND quase irmã?
Ela me dar força, me faz levantar nos momentos mais dolorosos da minha vida, me faz sentir a pessoa com a qual eu sou. Ela é a pessoa que me entende, que me acolhe quando eu mais preciso, mesmo nós estando longe uma da outra, é com ela que me declaro, que me sinto forte.Foi com ela que aprendi a confiar sem medo e sem se arrepender. Sei que não nos conhecemos desde pequenina, mas a grande parte da minha vida passei com ela. "Começou na metade do ano da primeira fase do ensino médio, com aquele tédio de volta as aulas, e era você que animava todo mundo naquelas tardes, com aquele sorriso esplendor, com sua simpatia, e todo mundo te chamando de velha. Era engraçado aquele tempo. Desfrutamos vários momentos juntas tantos bons como ruins, eu sinto orgulho de fazer parte da sua vida, pois, não é sempre que encontro uma pessoa assim, tão alegre e de bem com a vida e que faz as pessoas ao seu redor rirem. Foi passando o tempo, e nós se conhecendo ainda mais. E então, quem diria que era você, justo você que de uma hora pra outra virarmos melhores amigas! As vezes fico pensando.Será que o destino fez assim? Porque eu não consigo viver mais sem você, porque você é o meu porto seguro, é principalmente em você que me apoio, e que em muitas vezes preciso de palavras e você me socorre."Dividimos segredos, emprestamos uma a outra ombro pra chorar, rimos juntas, compartilhamos sonhos juntas, quem sabe um dia viramos sócias, fizemos tudo juntas.É você que admiro, que me da suporte, que escuta eu desabafar, que me faz rir de uma unica palavra. Eu te amo com todas as minhas forças, você é uma irmã para mim!
Porque a verdadeira melhor amiga é pra sempre ! Você é a minha verdadeira melhor amiga, você é a metade que me faltava, foi você quem Deus escolheu pra me ajudar a crescer, e pra ser pra sempre, a minha melhor amiga.
Eu falo da minha BF!

As pessoas entram mais de imediato, vão embora, a vida vai passando e a parentela vai embora, o irmão inseparável se separa, a tia querida nos deixa e meus bons sentimentos se vão, escorrem pelas mãos, no fim, me encontro sentado na porta de casa, revendo o por da lucidez! Pessoas vão embora mesmo e não adianta correr atrás e pessoas como eu simplesmente se conformam, esperando o tempo passar enquanto todos vivem! Os amigos se vão e eu simplesmente fico, a vida rir desse meu jeito bobo de ser, a vida não liga pros meus sentimentos! Mais eu sigo em frente com os olhos cheios de lagrimas em busca de um canto para me conforta, em busca de um lugar calmo para chorar e quando a noite vem, sinto que estou morrendo, que estou sozinho.Todos passam por minha vida mais ninguém para e me olha nos olhos ou tenta descobrir de onde vem tanto sofrimento, ninguém tenta me compreender e a felicidade que poderia está comigo se torna tempestade.Mais uma vez, eu tento falar pra eu mesmo que o futuro me reserva coisas boas, mais só o futuro mesmo, pois no presente, vivo a lamentar coisas que passam e que não voltam, pessoas que por momentos me fizeram sorrir mais que por capricho foram embora, tento me conformar, pois um dia vai ser eu que vou embora, mais junto de mim, vou levar lembranças de noites e dias que sofrir e simplesmente, eu espero rir, apenas rir de tudo isso!

Um dia a maioria de nós irá separar-se.Sentiremos saudades de todas as conversas
jogadas fora,das descobertas que fizemos, dos sonhos
que tivemos, dos tantos risos emomentos que partilhamos.Saudades até dos momentos de lágrimas, da
angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim…do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizadescontinuassem para sempre.Hoje não tenho mais tanta certeza disso.Em breve cada um vai para seu lado, se ja pelo destino ou por algumdesentendimento, segue a sua vida.Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe…nas cartas que trocaremos.Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices…Aí, os dias vão passar, meses…anos… até este contacto se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo….Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:“Quem são aquelas pessoas?”Diremos…que eram nossos amigos e……isso vai doer tanto!“Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!”A saudade vai apertar bem dentro do peito.Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente……Quando o nosso grupo estiver incompleto…reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.E, entre lágrima abraçar-nos-emos.Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida,isolada do passado.E perder-nos-emos no tempo…..Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades….Eu poderia suportar, embora não sem dor,que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!

domingo, 30 de janeiro de 2011


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Despedida


Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

A impontualidade do Amor


Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa? Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio. O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito. A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade. É ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro. Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.